• Equipe Max Consulting

Governo suspende a venda de 24 marcas em dezembro/2021.

O Governo Federal suspendeu a comercialização de 24 marcas de azeite de oliva, por meio de uma operação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que visa combater fraudes e a venda dos produtos irregulares. Ao todo, 151.449 garrafas de azeite de oliva em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Goiás, Paraná e Santa Catarina foram consideradas impróprias ao consumo.

REGISTRO DE FÁBRICA SUSPENSA

Também foi suspenso o registro de uma fábrica no interior de São Paulo, após a constatação de adulteração na fabricação de seus produtos durante o ano de 2021.

"Os consumidores não devem comprar os azeites dessas marcas divulgadas pelo Mapa. Fica o alerta também para os supermercados, pois o local que estiver com um desses produtos expostos à venda se responsabilizará pela irregularidade e responderá perante o Ministério com multas que podem chegar a R$ 532 mil reais", disse o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos Origem Vegetal, Glauco Bertoldo.


VEJA A LISTA DE MARCAS DE AZEITE IRREGULARES:

  • Alcazar

  • Alentejano

  • Anna

  • Barcelona

  • Barcelona Vitrais

  • Castelo dos Mouros

  • Coroa Real

  • Da Oliva

  • Del Toro

  • Do Chefe

  • Épico

  • Fazenda Herdade

  • Figueira do Foz

  • llha da Madeira

  • Monsanto

  • Monte Ruivo

  • Porto Galo

  • Porto Real

  • Quinta da Beira

  • Quinta da Regaleira

  • Torre Galiza

  • Tradição

  • Tradição Brasileira

  • Valle Viejo

FRAUDE MAIS COMUM

Conforme o Mapa, o azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. O órgão esclarece que a fraude mais comum na fabricação de azeite de oliva é a mistura de óleo de soja com corantes e aromatizantes artificiais. Também são encontrados casos de azeite de oliva refinado vendido como azeite extra virgem.

Segundo informações do G1, o dono da Valle Viejo, Robson de Freitas, disse que as garrafas de azeite apreendidas com o nome da sua marca não foram fabricadas pela sua empresa, tratando-se de falsificação do seu produto.


"O Ministério apreendeu uma carreta, levou para a análise e constatou que o produto era falsificado. É uma marca similar à nossa. Nós temos nosso registro todo correto e já entramos na Justiça para ratificar a denúncia", afirmou Freitas ao G1. Os representantes das demais marcas não se posicionaram até o momento.




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